sexta-feira, 8 de junho de 2018

5. Joy EDT (Patou, 1930)


Joy ficou realmente conhecido pela sua versão parfum, que continha 10 mil flores de jasmim e 28 dúzias de rosas, tornando-se, à época, o perfume mais caro do mundo. Com um pouco menos cremosidade e brilho, o EDP é a versão mais popular e conhecido por seu aroma polvoroso e animálico. Por outro lado, Joy EDT deixa um pouco de lado o aspecto floral animálico para se fazer floral verde aldeídico. Mais para N°5 do que Tabu.

4. Shalimar EDT (Guerlain, 1925)

É fácil se perder entre todas as inúmeras versões deste ícone histórico. O extrato apresenta um aroma denso em todos os níveis (incluindo o topo cítrico), fazendo com que as notas de couro e baunilha na base confiram um aspecto químico de verniz. A versão EDP ressalta o acorde de rosa, jasmim e sândalo, dando um acabamento mais fino. Shalimar EDT é mais limpo e “comercial”, com uma aura mais fresca e atalcada, e também menos quente e balsâmica.

3. Habanita EDT (Molinard, 1921)


O grande clássico de Molinard foi primeiro lançado como parfum e EDT, depois como EDP. Este abre com um potente aroma vegetal e amargo, evoluindo para um centro floral e terroso, antes de finalizar com um acorde quente e esfumaçado. Habanita EDT, por outro lado, tem uma saída cítrica e frutada, um coração floral e polvoroso, e uma base adocicada e defumada de benjoim e couro. São praticamente dois perfumes diferentes.

2. Mitsouko EDT (Guerlain, 1919)

     Mitsouko Extrait é uma composição mais seca e especiada, com grande foco na base fibrosa e terrosa. O EDP equilibra bem a luminosidade e energia dos acordes cítricos e florais (especialmente hedione), ao mesmo tempo em que reforça o vetiver, patchouli e musgo de carvalho da base. Mitsouko EDT, contudo, traz um topo cítrico mais efervescente, interagindo em perfeito equilíbrio com o centro floral para acentuar sua transparência.





PRINCIPAIS FRAGRÂNCIAS POR ORDEM CRONOLÓGICA DE LANÇAMENTO - 1. L’Heure Bleue EDT (Guerlan, 1912)


1. L’Heure Bleue EDT (Guerlan, 1912). Enquanto a versão extrato valoriza o aspecto de croissant de amêndoas recém-saído do forno e o EDP expande a nuvem atalcada formada por notas de violeta, íris, rosa e heliotrópio, L’Heure Bleue EDT ressalta o aroma bonito e revigorante da flor de laranjeira. Mesmo assim, é mais encorpado e intenso que Aprés l’Ondée, considerado a versão light desta fragrância. L’Heure Bleue é apenas mais fresco e versátil, mantendo o DNA do tradicional.

CONCEITOS BÁSICOS

EDT's


Primeiro o mito: um eau de toilette (EDT) não é simplesmente a versão mais fraca de um eau de parfum (EDP). O conceito de EDT ganhou força durante a massificação da perfumaria, com o objetivo de servir o dia a dia da mulher – faire sa toilette significa “se arrumar” em francês. Desta forma, a versão EDP – com projeção superior – era guardada para eventos noturnos ou ocasiões especiais. Para fazer um EDT, perfumistas não apenas diminuem a concentração de óleo essencial, mas também retrabalham a fórmula para que a fragrância se harmonize dentro da nova concentração – obviamente por trás disso há também uma estratégia de marketing para incentivar a compra de ambas versões. No EDT, as notas de fundo são amenizadas ou substituídas por outras mais leves (por exemplo, madeiras no lugar de resinas) e, às vezes, também as de coração (por exemplo, flor de laranjeira no lugar do jasmim). Todavia, a parte mais modificada é o topo, reforçado para transmitir a sensação de leveza, brilho e frescor ausente ou limitada no EDP. Depois da popularização dos flankers a partir de 2000, a indústria partiu para extensões de linha, introduzindo versões EDT de perfumes que vendem bem. Se por um lado esta é uma forma de aumentar as vendas, por outro é igualmente um benefício para o usuário, que agora pode ter a sua fragrância assinatura na versão EDT para o trabalho e EDP para a balada.

GLOSSÁRIO DO PERFUMÊS


Este glossário reúne os termos do “perfumês” mais frequentemente mencionados neste site e está dividido em quatro partes: conceitos básicos, aspectos e/ou características, notas e/ou matérias-primas e termos em francês. Refira-se sempre a esta seção quando quiser tirar dúvidas sobre algum termo desconhecido.


Fragonard

Absoluto – matéria-prima obtida por meio de solvente, tipicamente extraída de flores.

Acorde – combinação de duas ou mais notas que perdem sua identidade individual para criar uma identidade olfativa totalmente nova e única.

Anosmia – inabilidade de sentir odores, temporária ou permanentemente, geral ou específica.

Aromático – na perfumaria é o adjetivo usado para descrever fragrâncias com odor fresco, verde e agradável que remetem à natureza.

Bálsamo – resina aromática secretada por árvores, por exemplo incenso.

Blind, dar um - comprar o perfume no escuro sem testar.

Chipre – acorde criado com notas de bergamota, labdanum e musgo de carvalho e/ou patchouli.

Compartilhável – adjetivo usado para descrever um perfume que pode ser usado por homens ou mulheres; unissex.

Connoisseur – pessoa que tem grande grau de conhecimento em determinado assunto, no caso a perfumaria.

Descontinuado – adjetivo usado para descrever uma fragrância que parou de ser fabricada.

Designer – na perfumaria refere-se a criações de marcas de roupas, joias e acessórios em que, geralmente, a fragrância não é o produto principal da marca.

Dry-down – período em que o perfume está secando na pele, dominado por notas de fundo; secagem.


  • Eau de cologne (EDC) – solução alcoólica de perfume com menos de 5% de concentração.
  • Eau de toilette (EDT) – solução alcoólica de perfume com 5-10% de concentração.
  • Eau de parfum (EDP) – solução alcoólica de perfume com 10-15% de concentração.
  • Extrato (ou parfum) – solução alcoólica de perfume com 15-25% de concentração.

Fixação – capacidade de um perfume de permanecer ativo na pele.

Flanker – derivação de um perfume que aproveita o sucesso de um best-seller, podendo manter a identidade ou não da fragrância, podendo ser temporário ou permanente.

Fougère – samambaia em francês; acorde criado com notas de lavanda, cumarina e musgo de carvalho geralmente acompanhadas de notas cítricas e/ou mentoladas.

Guerlinade – acorde DNA da casa Guerlain; consiste de notas de bergamota, jasmim, rosa, flor de laranjeira, íris, fava tonka e baunilha.

Hype – atenção exagerada dada a algo.

IFRA – Associação Internacional de Fragrâncias; órgão regulador da indústria da perfumaria em escala global.

Maceração – processo através do qual componentes químicos são mantidos em ambiente estável para que interajam entre si; a maceração é parte fundamental na criação de um perfume – neste período ocorrem várias reações em nível molecular que alteram o resultado final.
Nicho – segmento da perfumaria geralmente composto por pequenas casas de fragrâncias sob o nome de um perfumista que coordena e controla todo o processo, desde a criação à distribuição.

Nota – menor unidade de odor, podendo geralmente ser uma flor, uma fruta, uma erva, uma madeira, uma resina ou uma especiaria.

Notas de cabeça (ou de saída) – a primeira fase na evolução de uma fragrância depois de aplicada sobre a pele; são as notas mais voláteis da composição (geralmente cítricas e/ou herbáceas).

Notas de coração (ou de corpo) – a segunda fase na evolução de uma fragrância depois de passada a fase inicial de evaporação; correspondem ao verdadeiro caráter da composição.

Notas de fundo (ou de base) – a terceira e última fase na evolução de uma fragrância depois de diversas horas de interação com a pele; são as notas menos voláteis da composição (geralmente amadeiradas e/ou ambaradas).

Layering – termo inglês (layer significa camada) usado para descrever o uso simultâneo de uma ou mais fragrâncias.

Pirâmide olfativa – estrutura de um perfume que organiza as notas de cabeça, corpo e fundo em três fases.

Projeção – capacidade de um perfume de exalar.

Secagem – sinônimo de dry-down.

Silagem – rastro deixado por um perfume.

Storytelling – termo inglês sinônimo de narrativa; técnica de promoção que busca a conexão emocional com potenciais consumidores através do compartilhamento de valores, aspirações e fantasias.

Vibe – termo em inglês sinônimo de aspecto.

Vintage – adjetivo usado para descrever uma fragrância com mais de vinte anos, mas na prática usada para descrever uma versão anterior à reformulação.




Adstringente – característica do odor que irrita e/ou contrai a mucosa nasal.

Aldeídico – rico em aldeídos e com aspecto soapy (saponáceo), limpo e sofisticado.

Almiscarado – rico em almíscares sintéticos (musks) e com aspecto suave e aconchegante similar ao de amaciante de roupas.

Ambarado – que remete ao acorde âmbar; de odor quente, encorpado, amadeirado e levemente doce.

Animálico – rico em notas animálicas como civet, castoreum, âmbar gris e indol, que isoladas têm aspecto fétido e desagradável.

Aquático – aspecto criado por moléculas sintéticas para reproduzir o aspecto fresco, aquoso e translúcido de mar ou piscina.

Atalcado – quase sinônimo de polvoroso, porém tipicamente rementendo a íris, violeta e lavanda (ingredientes muito usados em talcos).

Balsâmico – característica de fragrâncias à base de resinas vegetais tais como bálsamo tolu e com aspecto quente, encorpado, amadeirado e defumado.

Boozy – com cheiro de bebida alcoólica.

Canforado – aspecto fresco, limpo e gelado produzido por notas como eucalipto, alecrim e outras notas herbáceas.

Cremoso – aspecto que remete a leite denso e levemente adocicado, produzido por notas como sândalo ou tuberosa.

Defumado – característica de perfumes que remetem a odor queimado, produzido por notas como incenso ou couro.

Esfumaçado – característica de perfumes que remetem a odor nebuloso, produzido por notas como vetiver ou musk.

Especiado – que remete a especiarias; picante.

Funcional – característica de fragrâncias que lembram o odor de produtos de limpeza (como amaciante de roupas e desinfetante) ou de higiene pessoal (como pasta de dente e xampu).

Gourmand – fragrância com aroma de guloseimas tais como chocolate, algodão-doce e confeitos em geral.

Herbáceo – aspecto natural folhoso, seco e marcante que remete a ervas como manjericão e sálvia.

Lactônico – rico em lactones (moléculas presentes no leite e no pêssego) e com aspecto frutado-cremoso.

Licoroso – que remete ao aroma de licor; denso, doce e cremoso.

Medicinal – que remete ao aroma de remédios; denso, amargo e narcótico.

Metálico – aspecto sintético, brilhante e incisivo que remete a sangue (rico em ferro) ou outros componentes químicos como alumínio, platina e mercúrio.

Narcótico – característica do odor que anestesia ou inebria o olfato.

Resinoso – rico em notas de resinas vegetais tais como labdanum e estoraque e com aspecto quente, encorpado, amadeirado e levemente doce.

Ozônico – quase sinônimo de aquático, porém sem a faceta salina (marinha).

Polvoroso – que remete a talco ou maquiagem; aspecto “fofo” geralmente criado por notas de íris e/ou baunilha.
Musgoso – aspecto herbáceo, terroso e úmido que remete a musgos e líquens.

Pinhoso – aspecto canforado e amadeirado que remete a agulhas de pinho.

Soapy – característica de fragrâncias que remetem a sabonete (tipicamente ricas em aldeídos); saponáceo.

Verde – que remete a plantas, vegetais e ervas com aroma terroso, seco e fresco.



Acácia – flor de aspecto melífluo e plástico que remete ao odor de pólen com mel; também conhecida como mimosa.

Açafrão – nota especiada obtida a partir do estigma da flor de açafrão e com aroma levemente especiado e melífluo, entre feno e tabaco; usada para produzir a nota fantasia de couro.

Alcaçuz – raiz aromática com aspecto agridoce e canforado devido à grande quantidade de anetol (principal componente do anis).

Almíscar – originalmente extraído do veado almiscareiro himalaio e com odor similar ao da pele de um bebê; atualmente é substituído por moléculas sintéticas para criar um aspecto de maciez e limpeza.

Âmbar – acorde de componentes sintéticos e naturais construído ao redor de labdanum, benjoim e baunilha; tem odor quente, encorpado e amadeirado.

Âmbar gris – secreção estomacal expelida pela cachalote devido à má digestão de crustáceos (principalmente lula); comumente encontrada na forma sintética devido à demora em encontrá-lo na praia depois de anos boiando no mar e sendo curado pelo sol; tem um odor quente, radiante, macio, marinho e levemente fecal.

Benjoim – resina aromática extraída da árvore estoraque com odor rico, quente e levemente doce e amanteigado.

Bergamota – fruta cítrica não-comestível (embora em algumas regiões do Brasil seja sinônimo de mexerica) de odor fresco e levemente doce; usada para compor fragrâncias cítricas e chipres ou para dar brilho às composições em geral.

Calêndula – flor de odor herbáceo e terroso com nuances de feno e mel.

Calone – molécula sintética produzida para criar a ilusão de brisa marinha.

Cassis – nota que pode ser trabalhada como frutada (doce e suculenta) ou verde (seca e fresca).

Castoreum – secreção do castor canadense com um odor oleoso entre couro e azeitona, parecido com o odor do couro cabeludo.

Cíclame – flor de odor similar a rosa, porém mais fresca.

Civet – secreção de um felino selvagem africano com um odor forte e desagradável que lembra fezes de cavalo; é usado em minúsculas quantidades para dar um aspecto mais natural e orgânico a fragrâncias tipicamente florais.

Cumarina – componente extraído da fava tonka que tem um odor entre de baunilha e amêndoas; combinado com lavanda produz o acorde fougère.

Estoraque – resina aromática de odor similar a benjoim, porém menos doce e mais picante.

Fava tonka – semente da Dipteryx odorata, planta originária do norte da América do Sul, com odor de baunilha, aspecto amendoado e levemente especiado.

Flor de laranjeira – flor da árvore de laranja amarga cujo odor é cítrico e floral, entre laranja e jasmim.

Flor de Lótus – nota fantasia com aspecto fresco, aquoso e etéreo.

Frésia – nota fantasia criada para produzir um aroma verde e fresco, levemente picante e que ligeiramente remete a morangos.

Gálbano – planta cuja goma é destilada para a obtenção de uma nota seca e terrosa que remete ao aroma de cenoura e talo de alface; usada para produzir um efeito verde e fresco.

Gardênia – flor com odor inebriante e fresco, muito popular nos perfumes mais modernos como alternativa ao jasmim.

Gerânio – flor com aroma similar ao da rosa (que contém grande quantidade de geraniol em sua estrutura), porém com aspecto mais verde e mentolado.

Hedione – molécula sintetizada a partir do jasmim para produzir um aroma luminoso e fresco.

Heliotrópio – flor de odor polvoroso que remete a baunilha e amêndoas; pode ser usada como substituto da lavanda para compor o acorde fougère.

Immortelle – nota caramelizada com nuances de feno, curry e amêndoas tostadas.

Indol – molécula presente em flores brancas como tuberosa e jasmim; seu odor isolado é fétido e marcante, com traços animálicos.

Íris – flor de aspecto verde e polvoroso levemente doce e amadeirada que remete a talco e maquiagem; sua nota é obtida da raiz (orris) através de extração por CO2; é a matéria-prima mais cara da perfumaria.

Jacinto – flor de odor intoxicante e marcantemente verde.

Jasmim – flor branca com odor narcótico, doce, plástico e levemente animálico, podendo ter aspecto mais verde e arejado na forma sintética.

Labdanum – resina aromática extraída do arbusto esteva com odor amadeirado e quente; componente do acorde chipre clássico.

Lavanda – flor que produz uma nota aromática de tom fresco e levemente amendoado muito comum em fragrâncias masculinas; juntamente com a cumarina e o musgo de carvalho compõe o acorde fougère clássico; sinônimo de alfazema.

Lilás – flor com aroma leve, fresco e macio de aspecto atalcado, similar a íris e violeta, porém mais verde.

Lírio-do-vale – flor branca com odor limpo e brilhante semelhante ao do jasmim, porém sem a nuance indólica.

Madressilva – planta ornamental com inflorescência em forma de trombeta, cujo odor é floral com nuances de mel e polpa de fruta.

Magnólia – flor com aroma ceroso e fresco com tons cítricos.

Mirra – resina aromática extraída de uma árvore conífera com odor quente, fofo e levemente frutado.

Muguê – sinônimo de Lírio-do-vale.

Musgo de carvalho – obtido através do líquen das árvores de carvalho; devido a regulamentações, seu uso é bastante restrito em sua forma natural.

Narciso – flor de odor inebriante e narcótico com nuances verde e doce.

Musk – almíscar em inglês.

Néroli – óleo da flor de laranjeira de odor cítrico e amargo extraído pelo método da destilação a vapor; a nota de flor de laranjeira em si é produzida através da extração à base de solventes.

Olíbano – resina aromática extraída da árvore Boswellia encontrada no Oriente Médio; usada também para compor a nota de incenso, tem um odor canforado, picante e esfumaçado.

Opoponax – também conhecido como mirra doce, é uma resina aromática com odor ligeiramente similar ao caramelo.

Osmanthus – inflorescência com aroma suculento e lactônico que remete a damasco.

Oud (Agarwood) – resina aromática produzida pela árvore Aquilaria quando é atacada por fungos; nota de tom denso, medicinal e narcótico usada para compor fragrâncias amadeiradas marcantes e opulentas.

Patchouli – arbusto originário da Malásia e Índia cujas folhas têm odor amadeirado, mofado, levemente picante e canforado, remetendo a terra quente e chocolate amargo.

Pau-rosa – madeira de origem amazônica em risco de extinção com odor delicado que remete a rosas.

Peônia – nota fantasia floral de aroma similar ao da rosa, porém mais fresca.

Rosa – flor que pode ter um tom leve próximo a chá ou mais suculento e frutado como lichia ou pêssego.

Sândalo – madeira de origem indiana de odor lactônico e cremoso (o sândalo canadense é mais seco como o cedro).

Tuberosa – flor branca com odor altamente indólico; foi uma nota muito popular nos anos 80 devido à sua potência de exalação.

Vetiver – capim nobre de raízes fibrosas com odor amadeirado terroso, amargo e defumado; existem tipos diferentes de vetiver, cada um puxando mais para uma faceta, dependendo das características do solo onde é cultivado (os mais famosos são originários do Haiti e Indonésia).

Violeta – flor com aspecto polvoroso que remete a maquiagem; compõe juntamente com a rosa o acorde clássico do batom.

Ylang-ylang – flor amarela com aroma denso, narcótico e doce com traços de jasmim e banana; mais comumente usada em fragrâncias old-school.

Zimbro – fruto parente do mirtilo e com odor picante e envelhecido; usado para fazer gin.




Agrume – cítrico
Ambré – ambarado
Argent – prata
Baiser – beijo
Bois – madeira
Boisé – amadeirado
Charnel – carnal
Cassie – acácia (mimosa)
Cèdre – cedro
Cerise – cereja
Chêne – carvalho
Chérie – doce
Citron – limão
Clou de girofle – cravo-da-índia
Coeur – coração
Cuir – couro
Eau – água
Éclat – brilho
Épice – especiaria
Épicé – especiado
Essence – essência
Été – verão
Fleur – flor
Fleur d’oranger  – flor de laranjeira
Fougère – veja na primeira parte
Fraîche – fresco
Fraise – morango
Fumé – esfumaçado
Gris – cinza
Hespéride – cítrico
Heure – hora
Hiver – inverno
Huille – óleo
Ivoire – marfim
Jour – dia
Légère – leve
Merveille – maravilha
Minuit – meia-noite
Miroir – espelho
Mousse – musgo
Muguet – lírio-do-vale
Musc – almíscar
Nez – nariz
Noir – preto
Nuit – noite (madrugada)
Oeillet – cravo (flor)
Ombre – sombra
Or – ouro
Orange – laranja
Pamplemousse – toranja (grapefruit)
Pêche – pêssego
Poivre – pimenta
Poivré – apimentado
Poudré – polvoroso (atalcado)
Pour – para
Précieux – precioso
Prune – ameixa
Réglisse – alcaçuz
Rien – nada
Rouge – vermelho
Sacré – sagrado
Salé – salgado
Santal – sândalo
Sel – sal
Soir – noite (18-24h)
Sucre – açúcar
Sucré – açucarado
Thé – chá
Très – muito
Vanille – baunilha
Vert – verde
Vie – vida
Zeste – casca de fruta cítrica